Sexus  

rm_Balzak79 58M
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2/27/2006 3:45 am

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3/22/2006 7:51 pm

Sexus

...estava mais sedosa do que nunca e os meus dedos entravam e saíam, como os de um mau tocador de banjo. Tinha uma daquelas erecções indiferentes e dilatadas, que dão à moca um aspecto ainda mais assustador do que quando está toda esticada. Espreitava-me da braguilha e roçava pela coxa dela, que ainda estava nua. Comecei a enxugá-la. Para o fazer com mais conforto sentei-me na borda da banheira e a gaita foi-se-me entesando gradualmente e estremecendo, atacada de espasmos, como se se quisesse atirar a ela. Quando a puxei mais para mim, para lhe enxugar os flancos, lançou-lhe um olhar desesperado e faminto, fascinada e, ao mesmo tempo, meio-envergonhada por estar a armar-se em glutona. Por fim não aguentou mais. Ajoelhou-se, impulsivamente, e meteu-a na boca. Passei-lhe os dedos pelo cabelo, acariciei-lhe a concha do ouvido e a nuca, agarrei-lhe nas mamas e massajei-as suavemente, demorando-me mais nos bicos, até ficarem erectos. Entretanto ela abrira a boca e lambia-me a picha como se fosse um chupa.
Levantei-a, virei-a como a um boneco, coloquei-lhe as mãos na borda da banheira e levantei-lhe o traseiro só um nadinha.
Ficou escancarada. Aquele escancarada, despertou toda a minha luxúria, «é isso mesmo que eu quero», e fui-a enfiando lentamente, a roçar pelas pregas e pelo forro da sua rata escancarada até sentir a entrada do útero. Cravei-a aí, firmemente, como se tencionasse deixá-la lá de vez. Contive-me, mesmo quando o traseiro dela começou a girar que nem um catavento, e sem fazer um único movimento fiquei; sabia perfeitamente que isso a incitaria a dar rédea solta a todos os seus truques. Tirei-me bruscamente dela, sem aviso. Estendi uma toalha seca para ela se deitar. A minha gaita reluzia e estava dura como um cacete. Já nem parecia uma picha, era um instrumento que eu atarraxara, uma erecção feita de carne. Ela estendeu-se, a olhá-la com terror e gula, a perguntar a si mesma o que pensaria aquela coisa fazer a seguir - sim, olhou-a exactamente como se fosse aquilo que decidia e não eu ou ela. Enterrei-a bruscamente: a secção produziu uma espécie de estalo, como peidos húmidos. - Agora é que vais ser bem fodida. Não te preocupes não me virei...não me resta nem uma gota. Podes mexer-te à vontade...sacode-a para cima e para baixo... isso, esfrega-a à volta, continua... fode até rebentares !
Inclinei-me e mordi-lhe o pescoço, demorada e profundamente, e depois as orelhas e os lábios. Tirei-me dela durante um segundo e mordisquei-lhe os pintelhos, segurei-lhe os lábiozinhos, e metei-os entre os dentes.
- Mete, mete! suplicou, a babar-se, agarrando-me na gaita e enfiando-a - Oh, meu deus, venho-me... não me posso conter mais. Oh, oh!... - e sacudida por um espasmo, comprimiu a rata contra mim com tal fúria, tal abandono, que parecia um animal enlouquecido.
Tirei-me dela sem me vir, com o instrumento húmido, reluzente e teso como uma vareta de ferro. Ela levantou-se devagar.Insistiu em lavar-me, e acariciou-me a picha ternamente e cheia de admiração, como se fosse uma coisa que fora experimentada e dera boas provas.


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