Um casal pra l  

rm_01rasta 51M/51F
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3/24/2005 11:05 am

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Um casal pra l

UM CASAL MUITO INTERESSANTE - PARTE I  “ O que você quer dizer com um casal “ muito interessante “ ?? Meu marido Peter não pareceu nem um pouco embaraçado com minha pergunta e a resposta veio pronta :  “ Ele é dinamarquês e ela brasileira . Embora nascida na Bahia , ela é loura e de pele clara como uma alemazinha de Santa Catarina. Eles se conheceram numa das viagens dele ao Brasil , a trabalho , e acabaram se casando e indo morar na Dinamarca. Agora , com a oportunidade que apareceu na minha empresa eles voltaram e vão ficar por aqui um ou dois anos . Estão ambos por volta dos trinta anos , muito alegres e comunicativos e ainda um pouco deslocados em São Paulo. Parecem ser uma companhia agradavel e foi porisso que os convidei para passar o fim de semana prolongado conosco na fazenda “ Concordei com Peter , ainda achando que aquele “ muito interessante “ havia sido um pouco enfático demais . Torcendo para não termos que aguentar uns chatos durante os quatro dias que teriamos pela frente , continuei a arrumar nossas malas para ir à fazenda . Na verdade eu estava intimamente planejando um feriado prolongado a sós com Peter , antecipando algumas loucuras que não haviamos tido tempo de realizar ultimamente, e a presença de outros eliminavam metade das minhas fantasias . Mas enfim … Na quinta-feira a noite , Peter já chegou em casa com nossos convidados , Roger e Marla , e foi uma agradavel surpresa constatar que ele tinha razão . Enquanto bebiamos nosso uisquinho antes de enfrentar a estrada pude observa-los bem e me agradaram . Roger era o típico europeu do norte , loiro , com cabelos longos presos num rabo de cavalo muito bem cuidado , amavel , muito simpatico e bem bonitão . Marla unia a elegancia e aparencia de uma europeia com a vitalidade e simpatia das baianas . Os dois , já confortavelmente vestindo bermudas e camisetas , mostravam corpos saudaveis , cuidados em evidentes sessões diarias de academia . Com um pouquinho de ciumes constatei que o short usado por Marla era um pouco curto e justo demais , emoldurando uma bundinha daquelas que obrigam os homens a virar a cabeça para conferir . Para não ficar para trás , antes de sairmos troquei minha bermuda folgada por uma de lycra bem apertada que também provocou uma discreta conferida por parte de Roger. Assim , em pé de igualdade, lá fomos nós para a fazenda. A noite clara e quente de verão ainda nos deu tempo para , lá chegando , mostrarmos as principais instalações além da casa séde , o que pareceu agradar sobremaneira principalmente a Roger que não se cansava de elogiar nosso bom gosto na jardinagem e decoração dos ambientes . Todos acomodados em suas respectivas suites , fomos para a varanda tomar o nosso segundo whisky da noite , nm ambiente de velhos amigos , tão descontraídos que quando Peter sujeriu um cigarrinho daqueles “ especiais “ foi logo aceito . Após as maravilhosas patinhas de carangueijo preparadas por minha cozinheira e generosas doses de cerveja bem geladinha , os papos já estavam ficando quentes , com Roger e Marla descrevendo a relativa liberdade de comportamento sexual da Dinamarca , comparando com o Brasil . Estavamos sentados em volta de uma mesa de vime , em confortaveis cadeiras individuais e mesmo na penumbra da varanda pude perceber por várias vezes a mão travessa de Marla ir passear no meio das pernas do marido , que agradecido , discretamente arranhava as cochas dela , deixando suaves marcas de unhas na pele clara , sinais evidentes de uma excitação crescente . Já um pouco tontinha pelo alcool e pelo cigarrinho de erva , sem muita discrição corrí minha mão para a perna de Peter e ousadamente enfiei-a pela perna da bermuda folgada , indo facilmente alcançar o pau ( ele nunca usa cuecas ! ) que já dava sinais de vida . Na posição em que estavamos , pude perceber que Marla enxergava a cena e acompanhava com interesse os passeios da minha mão dentro da roupa . Nunca fui dada a exibicionismos , e não sei bem porque ,as me excitou e muito a ideia que alguem estivesse vendo nossos amassos , e sem pensar muito , ao sentir que a vara de Peter já estufava a bermuda , habilmente puxei a ponta dela para fóra , pela perna , exibindo aquela chapeleta vermelha e bôa parte do membro . Imediatamente Marla , sem desgrudar os olhos , fechou as pernas dela e iniciou um discreto esfrega ‒ esfrega , com os bicos dos seios endurecidos marcando a camiseta . Peter não dava a minima e a conversa era mais entre os dois , deixando que eu e Mara trocassemos olhares cumplices . Acho que ela tentou me dar o troco , pois sua mão também sumiu em direção as pernas de Roger , mas na posição em que eu estava não podia enxergar nada. Tomada por uma tesão crescente , gerada por uma experiencia nova e não planejada , eu me esforçava para pôr cada vez mais para fóra o cacête do meu marido , acariciando e puxando a pele , exibindo e escondendo aquela cabeçona . De repente , Marla pretestando o calor , saiu alegando por uma roupa mais confortavel , e voltou em minutos vestindo um mini-saia pregueada , daquelas de jogar tenis , muito bonitinha mas que mal cobria sua bunda arrebitada . Tão logo ela voltou a sentar entendi o truque . Ela estava nuazinha por baixo , e abrindo as pernas levemente eu já podia enxergar sua buceta raspadinha e visivelmente molhada . Peter e Roger engatados num papo brabo sobre trabalho e também já devidamente alcoolizados não davam a minima para o que acontecia . Meu coração disparou quando ví que Marla descia a mão para o meio de suas próprias pernas e começava a acariciar seu grelinho , movendo os olhos do pau do meu marido para os meus olhos , numa conversa muda e cumplice . Meio transtornada , tentei enfiar minha outra mão pela cintura da bermuda de lycra e alcançar minha xaninha , mas ficava dificil . Arrisquei então , e o mais discretamente possivel fui abaixando a parte de trás da bermuda , até que minha bunda ficasse completamente para fóra , exibindo claramente para Marla minha bucetinha excitada . Um rápido olhar mostrou que Peter e Roger continuavam alheios ao nosso joguinho , e imitando Marla iniciei uma siririca gostosa , as duas com os olhos fixos no que a outra estava fazendo. O gozo veio rápido , e nós duas tivemos que morder os lábios para não gemer e chamar a atenção. Mais alguns copos de cerveja acalmaram nossas respirações e nos recompusemos como boas esposas . Eu ainda não entendia onde tinha ido buscar coragem para me exibir daquele jeito , coisa que nunca tinha feito antes , embora meu relacionamento com Peter não seja exatamente convencional. Muito pelo contrário. Logo mais , todos concordamos que era hora de nos recolher para aproveitar bem o dia seguinte . O quarto de hospedes era do lado do nosso, ambos com porta-janelas enormes dando para uma varanda comum , no andar de cima . Quando subiamos as escadas , Marla sabiamente ficou atrás para esconder sua ausencia de calçinha do marido e do Peter , aproveitando para perguntar se , devido ao calor , era possivel dormir com as janelas abertas . Notei seu olhar malicioso para mim quando Peter explicou que sim , sem problemas, pois nossa casa era isolada por todos os lados e os vizinhos mais proximos ficavam a tres quilometros . Evidentemente , segundos após fecharmos a porta do nosso quarto e também abrirmos a janela para ventilar , eu e Peter já estavamos rolando na cama , num furor de tesão que sequer se preocupava com nossos gemidos sendo ouvidos pelos vizinhos de quarto . Bastaram umas poucas chupadas no pau do meu homem e uma ajoelhada na cama para receber aquela vara e os fortes jatos me inundando tôda. Consternada percebi que a gozada mais o excesso de alcool já tinham derrubado Peter de vez , embora eu ainda sentisse minha racha pulsar de vontade . Já estava iniciando uma punhetinha quando os gemidos do quarto ao lado me mostraram que Roger estava aguentando mais que Peter . Não hesitei nenhum segundo em me levantar núa do jeito que estava e pé ante pé caminhar pela varanda até a janela vizinha apreciar a festa Certamente Marla havia advinhado que eu faria isso , pois havia deixado as cortinas também abertas e a luz dos dois abajures ligadas , iluminando fartamente a cama onde os dois trepavam . Pude perceber o seu sorriso quando viu minha sombra oculta junto a janela , e claramente daí por diante ela passou a se exibir para mim . Ela fez Roger deitar na cama , com as pernas para fóra e barriga para cima , exibindo um cacête maravilhoso , grosso , rosado , com um cabeça mais fina do que a do Peter mas mais grosso no resto . Ficando de lado , ela iniciou uma chupeta sensacional , fazendo aquela vara tôda sumir completamente na bôca , puxando até a ponta e voltando a engolir , fazendo de proposito aquele barulho caracteristico . Ainda com a pôrra do Peter escorrendo pelas minhas pernas , comecei a acariciar minha racha e apertar meus peitos , fazendo questão que ela visse a minha siririca . Depois de mamar e muito aquela pica gostosa , ela , de costas para mim , foi por cima e sentou-se lentamente no mastro , me mostrando aquilo tudo sumindo dentro dela , até o saco dele encostar nela . Minha cabeça girava , meu corpo todo tremia , e eu já não sabia mais o que fazer com as mãos , louca para dar mais uma gozada e ao mesmo tempo querendo prolongar aquele prazer indefinidamente . Não contente , a puta da Marla depois de molhar bem aquela vara no seu proprio leite , tirou-o completamente e sem sair da posição apontou a chapeleta em direção ao cuzinho , iniciando um rebolado manso até que o pau se encaixasse naquele buraquinho apertado . Ficando de cocoras , ela foi sentando devagar , fazendo a vara sumir lentamente , deslizando macio até estar tôda enterrada no meio daquela bunda portentosa . Poucos movimentos mais de entra e sai e Roger gozava naquele cú delicioso , gemendo como um louco e , tal como Peter , caindo de lado num sono profundo . Sem fôrças para sair dalí , continuei a observar e a acariciar meu proprio corpo , ainda cheio de tezão , sem saber o que fazer . Como Marla continuasse também estirada na cama , ao lado do marido , me arrastei até meu quarto , conferindo Peter que atravessado na cama dormia o sono dos justos e dos satisfeitos. Eu estava de pé ao lado da cama olhando consternada para aquele pau também adormecido quando fui surpreendida por um abraço por detrás que quase me fez gritar de susto . Mesmo sem virar , sentí os seios nús de Marla nas minhas costas e seus braços enlaçando mnha cintura . Quando seu halito quente bateu na minha nuca , minhas pernas amoleceram e me virando grudamos num longo e tezudo beijo na bôca , esfregando nossos peitos e cochas. Pude sentir na sua boca o gosto do pau de Roger e me arrepiei ao pensar que ela também estava sentindo as ultimas gôtas do gozo de Peter. Quando nos soltamos , ela fazendo sinal de silencio com o dedo sobre os lábios , me puxou para a cama , deitando uma de cada lado do meu marido . Surpreendida , eu a ví tomar na bôca o pau adormecido de Peter e começar a chupa-lo carinhosamente . Tão logo ele começou a dar sinais de vida , mesmo com Peter completamente apagado , ela passou o mastro para mim e murmurou no meu ouvido : -- “ Chupa até ficar bem duro ! É um truque que eu aprendi com uma puta …. Dormindo eles ficam de pau duro e não gozam nunca ! “ Seguindo sua orientação , enchi a boca com aquela vara tão conhecida minha , mamando com gosto , e percebendo ele ir endurecendo aos poucos . Marla sentada ao meu lado ,apreciava a cena e num certo momento , molhou um dedo em sua própria racha e , para minha surpresa , começou a enfiar na bunda do Peter . O efeito mágico foi imediato . O pau dele deu um pulo na minha boca, crescendo de uma vez só , quase me engasgando . Sorrindo satisfeita , Marla tomou-o de volta na boca e iniciou uma chupetinha caprichada , enquanto seu dedo entrava e saía do cú do Peter . Quando eu a substituí , usando meu proprio dedo e boca , ela aproveitou da minha posição na cama , ajoelhada e com a cabeça enfiada no meio das pernas de Peter , e vindo por trás me deu um longo beijo na buceta , seguido de suaves chupadas no meu grelinho . Aquela lingua experiente me lambendo e o pau endurecido na bôca me jogaram de volta à terra das loucuras , e comecei a rebolar , empurrando minha bunda em direção àquela bôca maravlhosa . Marla segurando meus quadris fazia a lingua sair da buceta , entrar no meu cuzinho e voltar para o meu grelo , me fazendo gemer de boca cheia , num delirio nunca antes vivido por mim. Minha cabeça virava , eu já não sabia mais onde estava ou o que fazia . Só queria continuar sentindo aquela tezão insuportavel e eterna . O cheiro de sexo e o barulho das chupadas criavam um clima de magia e surrealismo inimaginavel . De repente , numa explosão incontrolavel comecei a gozar na lingua de Marla , rebolando como louca e esquecendo até da eternamente dura pica do Peter . Minha vista escureceu e meu corpo todo tremia quando rolei da cama , caindo no tapete , gemendo e me esfregando como uma cadela no cio . Semi-desmaiada ví Marla se ajoelhando sobre Peter e aproveitando o pau bem molhado pela minha saliva , aponta-lo para a porta do seu cuzinho insaciavel . Mesmo caída no chão notei a facilidade com que ela engolia aquela cabeça enorme , que tanto judiava do meu rabo quando cismava de se enfiar por trás . No entanto , aquela bunda baiana experimentada fazia a pica do meu macho sumir completamente dentro da bunda sem sequer um momento de hesitação ou sinal de dôr . Rebolando como uma vadia de rua , Marla subia e descia a bunda , me mostrando a entrada e saida da grossa vara que teimava em continuar dura como pedra . Logo ela acelerava os movimentos e num gemido contido se enterrava toda de uma vez , gozando com o pau do meu marido todo enterrado no rabo . O incrivel é que , conforme ela havia dito , a pica continuava dura mesmo após ela sair de cima .Mais uma vez ela veio para mim e nos beijamos e acariciamos longamente , caídas no tapete do meu quarto , iluminadas pela luz prateada da lua . Poucos minutos de descanso e aquelas caricias tôdas já estavam me recuperando e aí eu resolví partir para a vingança . Puxei-a pela mão e fomos para o quarto de hospedes onde Roger sonhava com os anjos . Para mostrar que havia aprendido bem a lição , fui direto para aquele pau nôvo para mim , e comecei a lambe-lo com gosto , para provocar Marla . Ao meu ouvido ela sussurrou : -- “ Não esquece do dedo na bunda … Pode enfiar dois ou tres que o Roger está acostumado e gosta ! “ Me recriminando por ter esquecido , molhei logo tres dedos na minha saliva e com todo gosto os fiz sumir no cú do Roger , que nem sequer se mexeu . Em compensação seu caralho se mexeu e bastante , enchendo minha bôca . Depois de sentir bastante o gosto daquele pau lindo e diferente , oferecí para Marla que não se fez de rogada e caiu de bôca . Decidida a retribuir todo o prazer , me ajoelhei atrás dela e encostando meu rosto na sua bucetinha senti aquele cheiro e gosto , mixto de gozo de homem e mulher . Colei meus labios naquela racha que se oferecia e soltei minha lingua travessa passeando em cada cantinho escondido daquela delicia . A tesão descontrolada voltava a invadir meu corpo tôdo e eu dava pequenas mordidas naquela bunda gostosa , passeava minha lingua naquele reguinho , enfiava minha lingua molhada no cuzinho dela , voltava ao grelinho , me lambuzando tôda naquele leite que escorria . Marla mostrando que estava adorando , havia tirado a pica do marido da bôca e punheteava aquele mastro enorme , fazendo a pele subir e descer . Disposta a mostrar que era bôa aluna , depois de me fartar de tanto chupar aquela racha deliciosa , afastei-a do Roger e sentei em cima dele , fazendo a piça sumir de um golpe só na minha buceta faminta . Algumas enfiadas depois , levantei e fiz sinal para ela abrir minha bunda . Obedecida , fui ajeitando o mastro na direção do meu rabo , ajudado por ela que segurava o pau do marido . Bem lubrificado , aquela vara enorme e grossa deslizou para dentro da minha bunda , quase sem me incomodar . Satisfeita por poder engolir aquilo tudo , tive o pensamento louco que , agora seria mais facil para o Peter me comer o cú , já devidamente alargado por uma pica mais grossa . Talvez ele até devesse me agradecer por isso . Várias sentadas depois , meu rabo já estava pegando fogo , e desta vez eu sabia que não haveria esguicho para resfriar . Estava quase pensando em sair , quando percebemos que Roger estava acordando . Num pulo esperto , Marla desligou as luzes e me sussurou : -- “ não fala nada ! continua fodendo que ele vai pensar que sou eu … “ Se ela pediu , melhor eu fiz . Quando senti as mãos fortes do Roger pegar na minha cintura , acelerei minhas enfiadas e logo , junto com os gemidos dele sentí o caralho crescer mais ainda dentro de mim e o gozo farto me inundar e apagar o fôgo do meu rabo . Por sorte , foi gozar e voltar a dormir . Com pôrra escorrendo por todos os cantos do corpo , eu e ela saimos para um reparador banho de hidromassagem na outra suíte , onde finalmente pudemos conversar alegremente sobre aquela longa noite de loucuras . E o melhor é que tinha sido apenas a primeira de um longo fim de semana.

Vixe Maria....to em ponto de bala....muié....resolvi aqui esse problema...

[]s


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