Um casal a tr  

rm_01rasta 51M/51F
140 posts
4/17/2005 10:07 am

Last Read:
3/5/2006 9:27 pm

Um casal a tr

Eu, meu vizinho e meu marido continuamos mantendo nosso relacionamento quase que diariamente. Na última vez que escrevi eu contei sobre minhas fantasias de transar com os dois juntos, ao mesmo tempo, coisa que ainda não havia acontecido. Espero agora conseguir traduzir em palavras todo o ocorrido. Para incentivar meu marido a transarmos os três, todos juntos, eu o convidei a ir a uma sex shopping. Ele me perguntou o que eu tinha em mente e respondi que a dias eu pensava em ser duplamente penetrada e, portanto queria comprar um pênis artificial. Mas adiantei sorrindo que não seria necessário caso ele concordasse em uma transa a três. Ele riu e disse que já havia pensado nisso que era uma idéia que precisava ser amadurecida, mas que concordava em comprar um consolo para brincarmos. Fomos até uma loja em nossa cidade e voltamos eufóricos com um pênis de silicone. Naquela mesma tarde de sábado transamos, ele na minha bundinha e o consolo na xotinha. Doeu no início, depois ficou super gostoso. Durante a transa eu o provocava gemendo o quanto era bom ter meus dois buraquinhos preenchidos. E no auge do tesão ele perguntava se eu queria ter dois paus de verdade, o dele e o do nosso vizinho Paulo. Eu gemia e dizia que sim, que queria muito, que eu seria a mulher mais feliz do mundo se ele me deixasse transar com os dois ao mesmo tempo. Gozamos feito dois malucos! Alguns dias se passaram sem que eu tocasse no assunto. Uma noite, após uma gostosa transa com meu marido, ele me perguntou se eu queria mesmo transar a três. Apesar de eu ter gozado e estar satisfeita percebi que estava ali minha oportunidade e confirmei que queria muito. Ele, então, me disse que planejasse tudo, que estava de acordo, mas tudo teria de acontecer de forma natural, sem forçar nada. Concordei, é claro! Já no dia seguinte comecei a arquitetar nossa futura transa. Em uma das nossas viagens pelo litoral eu havia anotado alguns telefones de casas de aluguel numa praia muito calma chamada Praia da Baleia, próxima a Barra do Say. Liguei e consegui uma residência que estaria disponível dali a 15 dias. Eu sabia ser uma casa localizada em local tranqüilo, com piscina e de frente para a praia e o mar. Pensei que a época seria a ideal pois não sendo alta temporada haveria pouco movimento já que o local é pouco freqüentado. Falei com meu marido e ele me autorizou a falar com o Paulo. No próximo final de semana nos encontramos na piscina do nosso prédio. Foi engraçado até. Eu, meu marido Mário e nosso vizinho Paulo sentados numa mesinha tomando cerveja e combinando uma viagem a praia para dali a uma semana. Falávamos como se fossemos em dois casais e fosse um passeio familiar, mas eu sabia que em nossas cabeças rolava previsões dos acontecimentos futuros. Eu sentia que eles estavam tímidos e eu meio tensa, mas não iria desistir por nada, afinal qual a mulher que tem uma chance dessas? Naquela semana comprei algumas roupinhas para mim, biquíni novo, topezinhos, sainhas bem levinhas, e reformei um biquíni branco que eu já tinha pois queria fazer uma surpresa para os dois. Sugeri que devêssemos viajar na caminhonete do Paulo, pois tinha espaço para todos. Eu imaginava que ficando os três juntos poderíamos nos descontrair e acabar com a timidez. Saímos no sábado bem cedinho rumo a prainha da baleia e a realização de minha tão sonhada fantasia. Paulo dirigia, eu no meio vestindo um topezinho, sainha bem soltinha e leve, calcinha branca e sandálias. Meu marido ao meu lado. Era curioso como o fato de eu transar ora com um, ora com outro separadamente, não fazia com que o clima ali fosse de descontração. Eles estavam visivelmente tímidos e eu, excitada, mas tensa. Em minhas fantasias eu imaginava que as coisas poderiam começar já no carro onde eu poderia tirar parte da roupa, me exibir, deixá-los me tocarem, eu poderia tocá-los.... mas nada disso estava acontecendo...risos... Depois de muitos quilômetros paramos em um posto para um café. Só aí que o clima começou a ficar mais leve. Meu marido perguntou se eu iria ajudá-lo na banheiro, se eu iria segurar o seu negócio. Eu ri e disse que até gostaria mas no banheiro do posto não poderia e que caso ele quisesse deixar para fazer depois, mais adiante, na beira da estrada, eu poderia ajudá-lo. Todos rimos. Após o café, voltamos à estrada. Iniciada a viagem eu até que fantasiava fazer uma paradinha, ajudar meu marido a fazer o seu xixi, depois o Paulo, mas tudo não passou de fantasias. Eu me sentia mais leve, menos tensa. Nas paradas eu entrava e saia da caminhonete sem me importar se minha calcinha fosse aparecer ou não, me sentava displicentemente. Pedia para parar nos postos e comentava que precisava levar minha “amiguinha” para fazer um xixi. Eles já falavam mais, riam mais, comentavam que “elazinha” (minha toquinha) devia estar nervosa pois queria parar a toda hora. Eu rebatia dizendo que “ela” não estava nervosa, mas ansiosa. Eles perguntaram qual o motivo de tanta ansiedade já que estávamos passeando. Eu rindo respondi que “ela” havia marcado um encontro com outros dois “namoradinhos” dela. Eles riram e perguntaram: Dois? Ao mesmo tempo? Rimos muito e continuamos. Chegamos no local lá pelas 14 horas. Ajeitamos as coisas e percebemos que havia um leve clima de tensão novamente. Resolvemos vestir trajes de banho e ir para a praia. Meu biquíni pequeno, porém discreto, mostrava todo meu corpo e tapava os meus segredos, se bem que para eles já não era segredo mais. Caminhávamos pela praia deserta quando meu marido, já ao cair da tarde, o sol se pondo, sugeriu que poderíamos nadar pelados. Eu disse que alguém poderia nos ver. Ele sugeriu que tirássemos as roupas dentro d’água. Entramos e eles logo despiram as sungas e as enrolaram nos pulsos. Eu tirei apenas a parte de baixo e ficamos protegidos pela água. Naquele local o mar era bem raso e avançamos bastante dentro do mar de forma que as poucas pessoas que passavam pela praia distante não podiam nos ver. Meu marido nadou de costas nos fazendo ver que estava com o pênis duro. Resolvi fazer o mesmo e dei aos dois a visão dos meus pelinhos negros. Depois foi a vez do Paulo nos mostrar o membro semi ereto. A vontade que eu tinha era de agarrar os dois, transar ali mesmo mas me contive e apenas pedi ao meu marido que me acariciasse e sentisse o meu líquido lubrificante. Ele sussurrou: Você está prontinha né!? Sorri, vestimos nossas roupas e voltamos p/ casa. Entramos e, novamente um clima meio tímido predominou. Decidimos tomar banho e sairmos para uma ida a um supermercado para compra de alimentos e depois a um restaurante para jantarmos. Durante o jantar e após muitas caipirinhas o clima já era leve novamente, perguntavam como estava minha “amiguinha”, eu respondia que ela estava ansiosa e riamos muito. Lá pelas 10 horas pegamos o caminho de volta. Num trecho ermo da estrada resolvi provocá-los pois eu estava super excitada e soltinha pelas caipirinhas. Anunciei que minha amiguinha precisava fazer um paradinha para um xixi. Paulo saiu no acostamento e ficaram do lado de fora próximos as portas me olhando enquanto eu andava alguns metros na frente do carro, sempre bem iluminada pelos faróis. Virei-me para eles e ensaiei um strip apenas mostrando os seios. Eles aplaudiram. Eu disse que precisava me aliviar e Paulo sugeriu que eu ficasse de frente aos faróis. Fui ousada, Virei-me de costas para eles e tirei sensualmente a calcinha. Quando ia me agachando meu marido pediu que eu ficasse de frente. Aceitei e me posicionei de cócoras. Enquanto fazia meu xixi eles enfiaram as mãos dentro das bermudas ajeitando o conteúdo (risos). Enxuguei-me com a calcinha e caminhei em direção ao meu marido e perguntei se ele precisava de ajuda. Ele se ofereceu , então abaixei a bermuda dele e peguei o membro semi flácido e segurei até ele se aliviar, tudo isso em posição que o Paulo pudesse ver tudo com nitidez. Depois que espremi e chacoalhei enxuguei a ponta com minha calcinha e fui até nosso amigo. Sem nada dizer fiquei de lado para que meu marido pudesse ver também, também tirei o pênis para fora, segurei e puxei a pele expondo a cabeça. Ele teve dificuldades pois o negócio estava ficando duro. Espremi e balancei e também passei minha calcinha na ponta. Meu marido assistiu a tudo e ficou com o membro duríssimo. Paulo pegou minha calcinha e disse rindo que iria amarrá-la na antena do carro. Eu respondi que deixaria caso eles também tirassem as bermudas e voltássemos todos nus da cintura para baixo. Eu estava excitadíssima. Mário me lembrou que poderia ser perigoso. Aceitei e vesti minha calcinha e voltamos para a caminhonete. Chegando em casa saímos do carro, abracei os dois pelas cinturas e eles seguravam cada um em uma nádega minha e caminhamos até a porta como se fossemos namorados. Entramos e, mais uma vez, parecia que não saberíamos o que fazer. Eles disseram que iriam afastar os móveis da sala e ajeitar dois colchões de casal no chão para “dormirmos”. Eu fui tomar uma ducha morna. Quando voltei até a sala vestia uma calcinha e uma camisolinha. Paulo passou por mim e disse que também iria pegar uma ducha. Eu estava sentada no sofá quando Paulo voltou enrolado em uma toalha. Mário, meu marido, levantou-se e foi para o chuveiro. Eu e Paulo ficamos sozinhos na sala. Parecia que havíamos combinado que nada deveria acontecer sem a presença dos três. Ele dirigiu-se até a cozinha dizendo que iria trazer uma garrafa de vinho e só voltou quando meu marido, também enrolado numa toalha, retornou. Começamos a degustar o vinho geladinho e a descontração foi acontecendo. Sem saber bem como tudo teve início me vi de joelhos no colchão, abraçada e beijando meu marido. Paulo se aproximou por trás, também de joelhos, e me fez sentir seu corpo quente me pressionando contra meu marido e me transformou no recheio daquele delicioso sanduíche. Minha camisolinha foi lentamente retirada, não sei bem por quem. O tesão que eu sentia me fez puxar primeiro a toalha do meu marido, peguei o pau já bem duro e fiz uma leve massagem sentindo o calor daquela coisa gostosa. Depois me virei de frente para Paulo e dei as costas para o Mário. Puxei a toalha, peguei e bati uma punhetinha para ele ao mesmo tempo que sentia o pau do meu marido nas minhas nádegas. Me pediram que ficasse de pé para tirarem minha calcinha. Fiz o que pediram e tive o prazer de ter dois homens aos meu pés me tirando a última pecinha de roupa. Senti duas línguas me acariciando, ao mesmo tempo os lábios da xotinha e o reguinho da bundinha... me sentia fêmea, desejada, homenageada. Depois de um tempo recebendo carinhos pedi a eles que ficassem de pé e fui me ajoelhando entre eles. Confesso a todos os leitores que relembrar estes fatos está me deixando desnorteada e tenho até dificuldades para escrever (risos). Eles em pé, eu de joelhos, tive o privilégio, a felicidade de ter dois membros duros bem na altura do meu rosto, dois machos excitados a me desejar com seus pênis eretos. Segurei os dois, um em cada mão, beijei, lambi e finalmente enfiei cada um deles dentro da minha boca sedenta. Foi um prazer indescritível e somente uma mulher que tenha passado por experiência semelhante saberá do que estou falando. Lentamente fomos nos deitando. De quatro continuei a chupar meu vizinho enquanto meu marido me penetrava em estocadas lentas e profundas. Me sentia muito fêmea e, as vezes, meio puta por estar satisfazendo dois machos ao mesmo tempo. E foi imaginando isso que gozei pela primeira vez. Eu até que aceitaria um breve descanso mas eles nem cogitavam isso. Mudamos de posição e fiquei na clássica posição de papai-e-mamãe com Paulo me penetrando enquanto eu chupava meu marido. Meu tesão só fez crescer e gozei mais uma vez acompanhada pelo nosso amigo que me fez sentir as contrações do pau duro dentro de mim e as golfadas fortes de esperma em meu interior. Paulo levantou-se e disse que iria tomar uma ducha. Eu ali, deitadinha de lado com meu marido recebia o seu carinho e sentia a cabeça do pau sendo esfregada nos pelinhos da xoxota. Eu sabia do tesão dele e convidei-o a me penetrar. Ele me fez ficar de frango-assado com as pernas arreganhadas e os joelhos encostados nas laterais dos meus seios. Pensei que ele fosse montar em mim mas ele resolveu me beijar a xoxota inchada e toda gozada, e não só beijou com lambeu murmurando que eu estava inchadinha e meladinha. Para mim aquele ato dele me chupar com o gozo de outro foi uma verdadeira declaração de adoração que meu marido me fez. Meu tesão cresceu mais ainda, principalmente quando ele se posicionou e entrou em mim....que delícia sentir aquele pau duro e quente a me penetrar as entranhas num profundo entra-e-sai. Gozamos juntinhos, sendo eu, pela terceira vez. Dormimos os três juntos na sala e eu só fui acordar pela manhã sentindo uma língua molhada a me acariciar os lábios vaginais. Confesso a todos os leitores que está é a melhor forma de se acordar. Abri os olhos e vi nosso amigo com o rosto enfiado entre minhas coxas me lambendo e se deliciando com minha bocetinha toda gozada pela noitada anterior. Sem interromper aquela chupada busquei o pau do meu marido ainda sonolento ao meu lado. Enfiei tudo na boca e fui sentido o pau crescer até não poder mais engolir tudo. Quando estava bem duro eu montei nele, fiz o encaixe e iniciei o delicioso galope da fêmea sobre o macho. Ele me segurava pelas nádegas abrindo-as bem e mostrando meu buraquinho traseiro ao nosso amigo que veio imediatamente me lamber o reguinho e, mais especificamente, meu cuzinho que piscava de tesão. Imaginei o que eles pretendiam, eu também queria, mas pedi que deixassem para mais a tarde quando eu estivesse preparada. Eles entenderam. Então transamos nas mais diversas posições, ora um metia e eu chupava o outro, ora invertíamos. Já um pouquinho dolorida de tanta penetração decidi realizar umas das minhas muitas fantasias. Pedi a eles que gozassem em meu corpo. Fiquei deitada de costas sendo acariciada nos seios e no grelinho enquanto chupava e batia uma punhetinha para os dois. Quando senti as primeiras golfadas de porra quente do meu marido no rosto comecei a gozar também sendo seguida por Paulo. Os dois me banharam de creme quente e pegajoso que lambi, degustei e engoli um pouco sendo o restante usado como creme de beleza no meu rosto e seios.... adorei. Decidimos tomar uma chuveirada fria para reanimar e passarmos o dia na praia. Na areia, num local semi deserto decidi fazer minha pequena surpresinha a eles. Tirei o shortinho e dei a eles a visão do meu corpo coberto apenas por um minúsculo biquíni branco, sutiã tipo cortininha e sem forro, tão transparente que não tapava nem os meus biquinhos e deixava todo o resto dos meus peitinhos a mostra; calcinha também branquinha, sem forro, bem enterradinha no meu reguinho traseiro e também entre os lábios da minha xoxotinha e vários pelinhos escapando pelas laterais. Eles elogiaram e eu brinquei: “Esperem até eu entrar na água...” Aquela tarde foi de muita provocação de todos. Meu biquininho molhado era um escândalo (ainda bem que não tinha pessoas próximas), pois dava para ver nitidamente meus mamilos eriçados e meus lábios vaginais e pelinhos sob o tecido transparente. Embora eu tivesse gozado várias vezes meu tesão não acabava, acho que eu queria aproveitar ao máximo aqueles homens deliciosos. O auge da nossa exibição aconteceu quando estávamos sentados em círculo e decidi puxar de lado meu biquíni mostrando a eles minha xotinha assanhada. Eles também mostraram o pintos meio duros o que me fez sentir vontade de voltar e transar. Fiz o convite para um banho de piscina e retornamos. Ao redor da piscina tiramos nossas poucas roupas e entramos na piscina. Eu queria transar mas eles disseram que precisavam se poupar para mais a noite e que eu me preparasse pois teria muito “trabalho” para satisfazê-los (risos). Assim fizemos então, e descansamos. Saímos para um jantar e retornamos já bem descontraídos pelas várias cervejinhas ingeridas. Mal entramos fui agarrada pelos dois que, ainda de pé, me prensaram no meio deles. Me senti a presa sendo atacada por leões, estava prestes a ser devorada, sentia a fome dos machos em suas mãos, pernas e bocas que se esfregavam e lambiam meu corpo tirando minha roupa, desprotegendo minha pele. Senti línguas e dentes no meus biquinhos, minhas nádegas sendo abertas, vasculhadas, as carnes íntimas da minha bocetinha sendo desvendadas, lambidas mordidas. Achei que eu iria me acabar ali, naquela hora... Os meus dois machos, antes tímidos e cautelosos, agora me surpreendiam pela ousadia ao usufruir meu corpo de forma tão abusada. Devo confessar que aquilo elevou o meu tesão a mil e, acho que involuntariamente, acabei murmurando: “Quero os dois dentro de mim... juntos, ao mesmo tempo...” Paulo deitou-se de costas e eu fui para cima dele, trepei e encaixamos nossos sexos, senti o caralho grosso deslizando e invadindo minha bocetinha. Feita a penetração total me deitei sobre o corpo dele e arrebitei minha bunda para meu marido. Virei-me para ele e desavergonhadamente pedi: "Vem, trepa em mim, mete na minha bunda, enfia seu pau no meu cuzinho...quero você também...vem...” Nem eu sabia ser capaz de pronunciar tamanhas obscenidades, acho que estava embriagada de tanto tesão. Mário passou lubrificante no pau e no meu botãozinho e pressionou. Senti dor quando a cabeça começou a me abrir. Segurei-o um pouco até passar a cabeça e depois rebolei lentamente até a penetração se consumar totalmente. Ahhh! Só uma mulher que já foi duplamente penetrada sabe do que escrevo. É uma delícia indescritível sentir um pau totalmente enterrado na bocetinha e outro entrando, abrindo caminho, rasgando o tunelzinho traseiro. Primeiro a musculatura da portinha se abre sob a força do macho invasor, depois a cabeça vai vasculhando as laterais até se alojar bem profundamente, depois o vai-e-vem, o entra-e-sai dos paus dentro da gente. Não sei nem explicar, só sei que ora um entra e outro sai, ora os dois saem e entram juntos nos levando a um prazer impossível de ser explicado. Admito que não foi uma transa de muito minutos (acho que uns 10 ou 15, no máximo) mas que nos deixou completamente moles e bobos deitados e esparramados naqueles colchões. Depois de nos banharmos e estarmos tomando um vinhozinho sentados no sofá, eu no meio dos dois, senti as mãos deles afagando minhas coxas. Ri e disse que eu estava acabada que eu não daria mais nada naquela noite. Eles riram e disseram que queriam fazer novamente, só que inverteríamos as posições já que o Paulo queria minha bundinha. Eu ri e disse que eles também nada dariam pois os pintos estavam moles. Mário ficou em pé em minha frente, enfiou a cabeça do pau na taça de vinho e me ofereceu. Paulo o imitou. Que delícia saborear um bom vinho na ponta de um pau, e no meu caso, eram dois! Logo, logo ficaram duros novamente. Paulo deitou-se de costas e meu marido foi me ajeitando de cócoras para que eu pudesse consumar a penetração anal. Doeu um pouquinho mas o prazer de sentir o pau do nosso amigo me penetrando a bundinha elevou o meu tesão. Em menos de um minuto eu já tinha tudo guardado dentro de mim. Paulo abriu minhas nádegas e eu sentei pesadamente fazendo entrar tudinho e não sobrar nada de fora além do saco. Naquela posição minha bocetinha ficou liberada para meu marido que veio sedento e me fez sentir, mais uma vez, a deliciosa sensação que só nós mulheres podemos sentir, a de ser duplamente penetrada. Trepamos, desta vez, bem mais longamente (acho que por uns 20 minutos). Fizemos naquela posição e também de ladinho, quando me comeram intercalando metidas, ora lentas e carinhosas, ora profundas e selvagens. Não existia mais nenhuma dor ou desconforto, meus buraquinhos estavam laceados e só nos davam prazer. Era minha tão sonhada fantasia se realizando, eu ali prensada sendo comida por dois homens deliciosos, sentindo minhas carnes preenchidas pelos cacetes duros, minha bocetinha e meu cuzinho cheios de pau...Gozamos, gozamos e desmaiamos só indo acordar na segunda feira pela manhã. Transamos mais uma vez os três na manhã de segunda-feira e voltamos para casa após o almoço. A vocês leitores posso garantir que foi o final de semana mais excitante da minha vida.

Neste aqui não teve jeito....lemos juntos, nos excitamos juntos e tivemos prazer juntos....da primeira palavra ao último ponto....beijos molhados a todos.

[]s


Become a member to create a blog